Raiva contra a máquina uma análise bakhtiniana
Abstract
O Rage Against the Machine é uma banda norte-americana formada em 1991, conhecida por sua fusão de rock, rap e metal, com fortes críticas políticas e sociais. Suas letras abordam temas como desigualdade, corrupção e resistência. Entre seus sucessos está Killing in the Name, a qual foi lançada em 1992, no álbum de estreia autointitulado. A canção é uma crítica feroz ao racismo estrutural, ao abuso de poder por parte de autoridades e os sistemas de opressão. Nesse sentido, busca-se no artigo em tela traçar uma análise bakhtiniana dessa letra à luz da obra Marxismo e Filosofia de Linguagem, Bakhtin (2018) – haja vista que a mesma vem situada histórico, sócio e idelogicamente (Bakhtin, 2011), ou seja, um enunciado concreto, fundamentado em um contexto real de língua(gem). Observa-se que a canção, um gênero discursivo primário, mesmo sendo dos anos 90, é um ato político que se destaca ainda na contemporaneidade, um símbolo mundial de luta contra o racismo, a injustiça e a opressão.
Fields of Study & Subjects
Russian Literature and Bakhtin Studies
Cultural and political discourse analysis
Linguistics and Education Research
Publication details
- Journal / source
- Open Minds International Journal
- Volume
- 7
- Pages
- 1–14
- Publication date
- 9 February 2026
- Language
- PT