TROMBOCITOSES NA INFÂNCIA: QUANDO O PEDIATRA DEVE SE PREOCUPAR?

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Authors: Luana Peçanha Lopes Viana
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Abstract

O termo trombocitose é definido na base de contagens de plaquetas que variam entre 400.000/mm³ e 1.000.000/mm³. As trombocitoses, ou plaquetoses, podem ser classificadas conforme sua gravidade ou mediante a etiopatogenia, sabendo que as formas secundárias ou reacionais são as mais comuns na população pediátrica. O presente estudo tem como objetivo abordar, mediante revisão de literatura, a plaquetose infantojuvenil, expondo suas causas e medidas para o manejo clínico do paciente que a apresenta. Ao discorrer sobre a etiopatogenia das plaquetoses, é importante diferenciar seu tipo para averiguar melhor possíveis quadros clínicos associados, sabendo que a abordagem de uma trombocitose é condicionada pela sua principal vertente classificativa. Na plaquetose primária ou clonal confirmada, deve-se considerar a realização de citoredução; já a terapêutica da plaquetose secundária é embasada no tratamento da doença de base, que consequentemente favorecerá a atenuação ou desaparecimento da condição. Complicações da trombocitose mostram-se raras na população pediátrica, todavia, podem ocorrer e ser fonte de grandes prejuízos na vida da criança ou adolescente. Com isso, pacientes que apresentem o quadro devem ser periodicamente monitorados quanto aos níveis das plaquetas para garantir estabilização clínica da condição.

Fields of Study & Subjects

Platelet Disorders and Treatments Myeloproliferative Neoplasms: Diagnosis and Treatment Hematological disorders and diagnostics

Publication details

Journal / source
International Journal of Health Management Review
Volume
12
Issue
1
Pages
e433–e433
Publication date
27 January 2026