QUEM POLINIZA E DISPERSA ARAPIRACA?

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Authors: Natan Messias Almeida, Charlane Moura da Silva, José Ronaldo Ferreira de Lima, André Carlos Costa, Daniel Cardoso Brandão, Fabiano Gomes da Silva, Paula Bruna Barros da Rocha
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Abstract

Resumo - A pesquisa utilizou uma revisão sistemática nas bases Web of Science e SciELO, complementada por observações de campo no município de Arapiraca, Alagoas. Foram encontrados 21 estudos, porém a maioria focada em germinação e morfometria, revelando uma lacuna sobre polinizadores e dispersores. Com base nos traços morfofisiológicos, as flores da arapiraca — que possuem cor branca a creme, odor adocicado, abertura crepuscular/noturna e oferta de néctar — foram enquadradas na síndrome de esfingofilia/falenofilia (polinização por mariposas). Embora estudos anteriores a classifiquem como melitófila, os autores argumentam que visitas de abelhas não invalidam a síndrome evolutiva da planta. Quanto aos frutos, caracterizados por pericarpo seco e cores sóbrias, a síndrome identificada foi a autocoria, indicando que a dispersão ocorre sem auxílio de agentes externos. O estudo conclui que a espécie é fundamental para a manutenção da fauna local e ressalta a necessidade de novos estudos ecológicos para sua preservação. Palavras-chave: Arapiraca, Chloroleucon dumosum, Síndromes de polinização, Autocoria, Interação planta-animal.

Fields of Study & Subjects

Plant and animal studies Botany and Plant Ecology Studies Plant Diversity and Evolution

Publication details

Journal / source
Revista Ambientale
Volume
18
Issue
1
Pages
150–160
Publication date
12 January 2026