IMPLANTAÇÃO DA TARIFA BÁSICA OPERACIONAL EM SUBSTITUIÇÃO A TAXA MÍNIMA DE 10M³ NO SAMAE DE SÃO BENTO DO SUL – SC

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Authors: Marco Rodrigo Redlich
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Abstract

Historicamente a forma de cobrança da tarifa de água, no Brasil, se dá pela aplicação da tarifa mínima cobrada, com possibilidade de consumo de até 10 metros cúbicos de água. Essa forma de cobrança faz com que os usuários acabem pagando por uma água não consumida. A mudança proposta e realizada na forma de faturamento do SAMAE de São Bento do Sul, passou a isolar a parte fixa do custo (Tarifa Básica Operacional), possibilitando a cobrança exata dos metros cúbicos consumidos por cada usuário. Essa nova forma de cobrança, além de possibilitar a diferenciação dos valores das faturas para cada metro cúbico consumido, também foi uma forma de incentivar o consumo racional de água potável, pois, pagando apenas pelo próprio consumo, os usuários sabem que cada cúbico consumido a menos, reverterá em redução monetária no valor da fatura no final do mês. Isso não ocorria anteriormente, pois havia a obrigação de que fossem pagos 10 metros cúbicos, mesmo que não consumidos, incentivando o desperdício de água. O processo de alteração da estrutura tarifária levou um ano para se consolidar, com a supervisão total da ARIS, agência reguladora, a qual analisou todos os dados, custos, faturamento, realizando simulações, além da realização de audiência pública, para efetivação de toda alteração.

Fields of Study & Subjects

Water resources management and optimization Life Cycle Costing Analysis Logistics and Infrastructure Analysis

Publication details

Journal / source
Revista Foco
Volume
19
Issue
1
Pages
e11180–e11180
Publication date
2 January 2026