Insuficiência cardíaca: abordagem clínica, farmacológica e avanços em dispositivos

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Authors: Bruno Teixeira Campos, Ahmad M. Moustafa, Ana Paula Monteiro Paiva, André Luis Sousa Alecrim Júnior, Carlos Vinicius Soares da Silva, Joana Miranda Moura, João Vitor Borges Andrade Grespan, Leandro Ricardo Tavares Julio, Marcus Vinícius Albuquerque Fernandes, Melissa Ayane Resende Oyama, PEDRO FELIPE MARQUES FEITOSA, Théo Lázaro Neto
+1 more Tiago Marchese Raupp
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Abstract

A abordagem clínica da Insuficiência Cardíaca crônica envolve a observação de sinais e sintomas sugestivos, podendo-se fazer uso de escores diagnósticos como o de Boston ou de Framingham para definir a probabilidade do paciente possuir IC; progredindo para a realização de exames laboratoriais, principalmente para analisar os níveis de peptídeos natriuréticos (BNP e NT-proBNP) ou diretamente para a realização do ecocardiograma, em caso de paciente com probabilidade considerável de IC, o qual definirá a caracterização em Insuficiência Cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) ou com fração de ejeção reduzida (ICFER), etapa essencial para a definição do melhor tratamento a ser seguido. Além disso, para fins de definição da abordagem terapêutica e observação da resposta ao tratamento, os pacientes com IC devem ser caracterizados em 4 níveis de acordo com a New York Heart Association (NYHA), sendo eles: I- Sem limitações para realização de atividade física. Atividades habituais não causam dispneia, cansaço, palpitações. II- Discreta limitação para realização de atividade física. Atividades habituais causam dispneia, cansaço, palpitações. III- Importante limitação para realização de atividade física. Atividades de intensidades inferiores causam dispneia, cansaço, palpitações. IV- Limitações para realização de qualquer atividade física. Sintomas de IC podem ocorrer em repouso. O tratamento farmacológico da IC crônica tem o objetivo de aumentar a taxa de sobrevida, diminuir as internações por complicações relacionadas a essa cardiopatia e amenizar os sintomas. Em caso de ICFER, utiliza-se a terapia padrão como manejo farmacológico inicial, isso é, a administração dos seguintes medicamentos em suas doses máximas toleradas pelo paciente: INRA (Sacubitril/Valsartana) iECA (Captopril, Enalapril, Ramipril), quando INRA não é tolerado BRA (Losartana, Valsartana, Candesartana), quando INRA e iECA não são tolerados Betabloqueador (Carvedilol, Bisoprolol, Succinato de metoprolol) Antagonista de aldosterona (Es

Fields of Study & Subjects

Heart Failure Treatment and Management Cardiac pacing and defibrillation studies Cardiovascular Function and Risk Factors

Publication details

Journal / source
Editora Pasteur eBooks
Pages
79–90
Publication date
12 February 2026
Language
PT
Document type
Book chapter