Afinal, o que as artes (ainda) comunicam?

Read full text
Authors: Waldir Severiano de Medeiros Júnior
Cited by: 0

Abstract

Este estudo reexamina a filosofia da arte de Arthur Schopenhauer a partir de suas explicações do significado estético-filosófico da experiência do belo natural e, em especial, daquelas espécies de arte, objetivadas em obras, por ele destacadas, quais sejam, arquitetura, hidráulica, jardinagem, escultura, pintura, artes discursivas e música. O propósito dessa revisitação da estética schopenhaueriana é senão o de compreender sua importância para uma concepção que (ainda) encara a experiência do belo, sobretudo enquanto obra de arte, como uma espécie de comunicação de um conteúdo dotado de valência filosófica – concepção esta, aliás, com plenos direitos de (ainda) existir validamente nos dias que correm, desde que, conforme advertido na conclusão, criticamente revisada em algumas de suas premissas, tomada como mais uma teoria dentre outras e que não percamos de vista que a pós-modernidade (na hipótese de já estarmos a vivê-la) é não apenas “mistura” de estéticas, mas também, e quiçá principalmente, coexistência de estéticas.

Fields of Study & Subjects

Nietzsche Schopenhauer and Hegel Ethics Aesthetics and Art Art and Perception

Publication details

Journal / source
Artefilosofia
Volume
20
Issue
39
Pages
26–26
Publication date
5 February 2026
Language
PT